O Fluminense vive desde 2020 a expectativa pelo lançamento dos novos planos de sócio-torcedor, o que aconteceu nesta terça-feira. Antes disso, porém, 2022 vem sendo um ano de crescimento para o clube nesse sentido. Com uma plataforma remodelada, o programa tem acumulado recordes. Pela primeira vez em um único mês, o sócio superou, em março, R$ 2 milhões de arrecadação, número que impulsionou também o ticket médio (R$ 36) para o mais alto desde o seu lançamento.
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Até então, o maior faturamento do programa havia sido em dezembro do ano passado, quando a entrada foi de R$ 1,4 milhão.
Além disso, o programa atingiu o maior número de ingressos destinados a sócios em um único jogo. Na segunda partida da final do Campeonato Carioca, quando o Fluminense se sagrou campeão ao bater o Flamengo, foram 16.691 check-ins, superando a partida contra o Olimpia-PAR, pelo confronto de terceira fase da Libertadores. Naquela ocasião, quase metade do público presente ao Estádio Nilton Santos entrou a partir de ingressos adquiridos por associados. Foram 15.595 check-ins.
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Contra o Olimpia, inclusive, a taxa de ocupação do Nilton Santos com sócios foi de 49% (31.799). Mais do que isso, pela primeira vez um setor inteiro do estádio foi preenchido através de check-ins. Na partida contra o Millonarios-COL, pela segunda fase da Libertadores, 9.215 ingressos comercializados foram para sócios, o que representou cerca de 62% do público presente em São Januário – o público total foi de 14.669 espectadores.
Em média, aproximadamente 50% dos torcedores que comparecem aos jogos do Flu atualmente são sócios. Como forma de comparação, em 2019, último ano sem pandemia, a taxa era de cerca de 20%.