Medalhista de prata nas Olimpíadas de Paris 2024 na marcha atlética, o brasileiro Caio Bonfim foi introduzido à modalidade através dos pais. A mãe, Gianette, foi uma marchadora de destaque e era treinada pelo marido, João Sena. Dessa forma, o esporte que é incomum para muitos brasileiros sempre fez parte da vida do atleta responsável pelo desempenho histórico na última edição dos Jogos. Assista ao relato no trecho acima.
- A marcha atlética sempre foi comum na minha vida, porque a minha mãe foi uma marchadora, oito vezes campeã brasileira, primeira medalhista internacional entre as mulheres brasileiras. Ela era treinada pelo meu pai e corria os 10 km. Um dia, fez o teste na marcha, se destacou e virou a profissão dela. Não sei qual foi o dia que eu aprendi, mas (conhecia) desde pequeno, foi natural - contou.
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Apesar do contato com a marcha atlética desde pequeno, Caio Bonfim demorou a cogitar a modalidade como carreira. Assim como grande parte das crianças brasileiras, ele sonhava em ser jogador de futebol.
- Eu joguei futebol dos seis aos 16 anos, mas sempre brinquei de marchar perto dela. E meu pai, com um olhar mais firme, observou e me convidou para fazer a marcha. A partir daí, comecei a me destacar, me apaixonei e estou aí até hoje - explicou.
- Eles nunca me forçaram, tanto que demorei um pouco, só com 16 anos fui começar. Foi influência mesmo, do dia a dia. Quando fiz os testes, me destaquei e foi natural ter essa galera do meu lado - completou.
Assista à entrevista completa abaixo.