Palmeiras bate recorde, fatura R$ 1,2 bi, mas segue com dificuldade para fechar janela

Clube apresentou superávit de R$ 198,1 milhões em 2024

imagem cameraLeila Pereira, presidente do Palmeiras (Foto: Vitor Palhares/Lance!)
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Vitor Coelho Palhares
São Paulo (SP)
Dia 26/02/2025
12:23
Atualizado há 1 minutos
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O Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) do Palmeiras aprovou, na última terça-feira (25), as contas referentes ao ano de 2024. Ao todo, o clube registrou um faturamento recorde de R$ 1,2 bilhão, superando a meta prevista de R$ 820 milhões. O futebol masculino foi o principal responsável, com R$ 949 milhões, seguido pelo clube social e pelos esportes amadores, com R$ 222,9 milhões.

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O resultado apresentado aos conselheiros do clube, por sua vez, revelou um superávit — diferença positiva entre receita e despesa no balanço — de R$ 198,1 milhões.

Pouco mais de um terço da arrecadação foi proveniente da venda de jogadores do clube, principalmente das categorias de base. Enquanto o futebol masculino, principal produto do Palmeiras, liderou os gastos com R$ 781,4 milhões.

O recorde de faturamento auxiliou a diretoria alviverde a realizar duas das maiores contratações da história do clube, as chegadas de Facundo Torres e Paulinho, que custaram juntas pouco menos de R$ 200 milhões. No entanto, o Palmeiras segue com dificuldades para fechar a janela, após ter contratado a dupla ainda em dezembro.

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Palmeiras no mercado

Os resultados esportivos aquém do esperado na última temporada modificaram a postura do Palmeiras na atual janela de transferências, que passou a procurar jogadores jovens, prontos e com potencial de revenda futura, além de eventuais oportunidades de mercado.

Seguindo o novo padrão, a diretoria tentou a contratação de três opções para o meio de campo: Andreas Pereira, Claudinho e Matheus Pereira, considerados reforços de "nível A". No entanto, nenhuma das negociações teve um desfecho positivo, e o clube optou pela chegada de Lucas Evangelista, do Red Bull Bragantino.

Posteriormente, o clube voltou as atenções para Vitor Roque, que pertence ao Barcelona, mas está emprestado ao Betis, também da Espanha. Apesar das partes acertarem as bases da negociação, que envolve o pagamento de 25 milhões de euros por 80% dos direitos econômicos, La Liga barrou a negociação por questões burocráticas.

Vitor Roque, alvo do Palmeiras na janela de transferências, celebra gol pelo Real Betis (Foto: Reprodução/Instagram)

Nos bastidores, os clubes envolvidos buscam solucionar as pendências para sacramentar a transferência e têm até o fim de fevereiro, data de encerramento da janela do país, para destravar as tratativas.

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