fe4a4413-7df6-4f4d-8be7-876c6484bfa3_WhatsApp-Image-2025-03-11-at-13.03.44-scaled-aspect-ratio-1024-1024
Ulisses Lopresti
São Paulo (SP)
e741b9d9-9fbf-410a-a7aa-7930840d0c70_WhatsApp-Image-2025-03-17-at-12.00.50-scaled-aspect-ratio-1024-1024
Guilherme Lesnok
São Paulo (SP)
Dia 01/04/2025
19:14
Compartilhar

A Polícia Civil cumpriu mandados de prisão contra seis investigados por suspeita de participação na emboscada de integrantes da torcida organizada Mancha Verde, do Palmeiras, contra membros da Máfia Azul, do Cruzeiro. O ataque, ocorrido em outubro do ano passado, em Mairiporã, resultou na morte de uma pessoa e deixou 15 feridos.

➡️ Tudo sobre o Verdão agora no WhatsApp. Siga o nosso novo canal Lance! Palmeiras

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) cumpriu mandados da operação Agguatto 2, nesta terça-feira (1). Ao todo eram dez ordens de prisões, sendo nove temporárias e uma preventiva. Quatro pessoas seguem foragidas.

A operação Agguato 2, que significada "emboscada" em italiano, começou em dezembro e já prendeu 21 suspeitos, entre eles o ex-presidente da Mancha Verde, Jorge Luís Sampaio Santos.

Polícia Civil prendeu membros da torcida organizada Mancha Verde, do Palmeiras, por emboscada contra cruzeirenses (Foto: Reprodução/Polícia Civil)

Relembre o caso

Torcedores do Palmeiras fizeram uma emboscada contra cruzeirenses no dia 27 de outubro do último ano, na estrada Fernão Dias, na região de Mairiporã, em São Paulo. Segundo a Polícia Civil, a briga, que provocou cenas de selvageria, causou uma morte e outros 15 feridos.

Integrantes da principal torcida do Palmeiras usaram pedaços de pau, pedras, barras de ferro e rojões para atacar os cruzeirenses, que retornavam de um jogo da equipe mineira em Curitiba, pelo Campeonato Brasileiro.

➡️Fuchs comemora oportunidades e projeta ‘final feliz’ em Libertadores: ‘Bati na trave’

O ônibus que transportava integrantes da Máfia Azul foi incendiado. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público de São Paulo, acredita que o ataque foi um revide da Mancha Verde a uma briga ocorrida entre as torcidas em 2022, em uma rodovia de Minas Gerais.

Siga o Lance! no Google News