Após anos sendo comercializados de forma individual, os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro para o período de 2025 a 2029 foram vendidos de outra forma. Pela primeira vez, os clubes se dividiram em dois blocos distintos para negociar suas transmissões: Libra e Liga Forte União (LFU).
A divisão entre os grupos influenciou diretamente os contratos fechados com as emissoras e plataformas de streaming, impactando os valores que cada clube vai receber nos próximos anos.
📌 Quais clubes fazem parte da Libra e da LFU?
🔵 Clubes da Libra (14 times)
Atlético-MG, Bahia, Flamengo, Grêmio, Palmeiras, Red Bull Bragantino, São Paulo, Santos, Vitória, Paysandu, Remo, ABC, Guarani, Sampaio Corrêa.
🔴 Clubes da LFU (33 times)
Botafogo, Corinthians, Ceará, Cruzeiro, Fluminense, Fortaleza, Internacional, Juventude, Mirassol, Sport, Vasco, Atlético-GO, Athletico-PR, Amazonas, América-MG, Avaí, Botafogo-SP, Chapecoense, Coritiba, Criciúma, Cuiabá, CRB, Goiás, Novorizontino, Operário-PR, Vila Nova, CSA, Figueirense, Ituano, Londrina, Náutico, Ponte Preta, Tombense.
📺 Os contratos de transmissão
🔹 Libra optou por um acordo único com a Globo
- Assinou contrato em março de 2024.
- Venda dos direitos por R$ 1,3 bilhão fixos + 40% da receita líquida do Premiere.
- Após a saída do Corinthians para a LFU, o valor fixo caiu para R$ 1,17 bilhão.
🔹 LFU fragmentou os direitos entre várias empresas
- Contratos fechados com Amazon, Record, YouTube e Globo.
- Último pacote foi vendido em fevereiro de 2025 (para a Globo).
- Estima-se que o grupo vá faturar R$ 1,5 bilhão por ano.
💡 O que esperar dessa divisão?
A Libra optou por segurança e estabilidade, fechando um contrato único com a Globo. Já a LFU adotou uma estratégia mais arriscada, buscando diversificação ao negociar com múltiplas plataformas.
Agora, resta saber qual modelo será mais vantajoso para os clubes nos próximos anos.