Presidente da CBF dá início a reunião de combate ao racismo
O 13º encontro para debater o tema ocorreu na última quinta-feira (17)


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Ednaldo Rodrigues, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), abriu a 13ª Reunião do Grupo de Trabalho (GT) de Combate ao Racismo e à Violência no Futebol. A sessão ocorreu na última quinta-feira (17) e contou com a presença de representantes de instituições públicas, da sociedade civil, de clubes e de especialistas.
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Na reunião, Ednaldo autorizou as 19 bolsas de estudo direcionados ao programa “Professoras Pretas”, iniciativa da CBF em acordo com o Observatório da Discriminação Racial no Futebol e a CBF Academy/IDP. Além disso, o presidente afirmou que o papel do Grupo de Trabalho é promover ações projeto que resultem em oportunidades para pessoas negras no meio do futebol.
- Quando assumimos a CBF, em março de 2022, realizamos em agosto do mesmo ano o primeiro Seminário de Combate ao Racismo e à Violência no Futebol, que deu origem a esse Grupo de Trabalho permanente. Estamos conscientes de que não basta denunciar o racismo, é necessário oferecer oportunidades para quem, historicamente, teve portas fechadas - disse Ednaldo.
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Participaram do encontro o diretor de competições da entidade, Júlio Avellar, o gerente de desenvolvimento do futebol, Ricardo Leão, a gerente geral jurídica, Regina Sampaio, o coordenador de Antirracismo e Diversidade, José Nilton Júnior, e o coordenador jurídico, João Perez.
Momento conturbado de Ednaldo frente ao comando da CBF
A diretoria da CBF vem vivendo uma fase turbulenta. Recentemente, a gestão de Ednaldo Rodrigues na CBF foi alvo de denúncias reveladas pela revista "Piauí". A publicação destacou irregularidades nas decisões do presidente e o uso indevido do dinheiro da entidade, incluindo estratégias para assegurar a reeleição de Rodrigues e despesas milionárias com parlamentares, artistas e membros do Judiciário.
➡️CBF: revista denuncia aumento de salário a dirigentes e gastos milionários na Copa de 22
Segundo a revista, a CBF gastou mais de R$ 24 milhões com advogados e acordos. Além disso, houve também aumento significativo nos salários dos presidentes das federações estaduais, passando de R$ 50 mil para R$ 215 mil por mês, além de um 16º salário.
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