Delpo elege Djokovic o melhor da história e coloca Guga no top 3. Veja vídeo
Ídolo argentino está em São Paulo como embaixador do Roland Garros Junior Series

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Para Juan Martin Del Potro, o sérvio Novak Djokovic é o melhor da história e Gustavo Kuerten, o Guga, está em terceiro lugar nesta lista. O ex-tenista argentino, que está em São Paulo acompanhando o Roland Garros Junior Series, na Sociedade Harmonia, elegeu seu top 5 da história em bate-papo de embaixadores do evento com a compatriota Gabriela Sabatini.
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Ex-número 3 do mundo, posição alcançada em 2018, e às voltas com lesões no joelho e nos pulsos, Delpo encerrou a carreira, precocemente, em 2022. Dos seus 22 títulos, destaque para o US Open de 2009, seu único Grand Slam, quando derrotou, na decisão, ninguém menos do que o suíço Roger Federer. Curiosamente, o ex-tenista nascido na Basileia não está no top 5 de Delpo:
Além de Djokovic, em primeiro lugar, e Guga em terceiro, o ídolo argentino escolheu os espanhóis Rafael Nadal e Carlos Alcaraz, respectivamente, nas segunda e quarta colocação, além do britânico Andy Murray em quinto lugar.
Guga e Delpo se enfrentaram uma vez
Delpo e o tricampeão de Roland Garros se enfrentaram apenas uma vez como profissionais. Foi em 2007, a penúltima temporada do brasileiro, na estreia na quadra rápida do Masters 1000 de Indian Wells. Melhor para o argentino, que venceu por 7/6 e 6/2.
Ídolo argentino derrotou Djokovic na Rio-2016
Já os jogos entre Delpo e Djokovic aconteceram 20 vezes, com 16 vitórias do sérvio, que venceu os últimos cinco embates. O derradeiro foi nas quartas de final no saibro do Masters 1000 de Roma, em 2019, por 4/6, 7/6 e 6/4.
Curiosamente, o último triunfo do ídolo argentino contra o ex-número 1 do mundo foi no Rio de Janeiro, em uma de suas maiores vitórias na carreira, na estreia na Olimpíada de 2016. A vitória foi por duplo 7/6, e Delpo acabou conquistando a medalha de prata no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, superado na final por Murray.
Sérvio volta às quadras em Monte Carlo
Passada a frustração pela derrota na final do Masters 1000 de Miami, no último domingo (30), Djokovic se prepara, nos próximos dias, para estrear no saibro na temporada. A partir de domingo (6), o sérvio vai em busca do terceiro título no Masters 1000 de Monte Carlo, torneio que ele conquistou em 2013 e 2015. Se repetir o feito, o número 5 do mundo, enfim, vai erguer o 100º troféu como profissional, que acabou escapando na Flórida.
Em 2025, o ex-líder do ranking mundial, aos 37 anos, soma 12 vitórias em 17 partidas. Além do tcheco Jakub Mensik, campeão em Miami, os outros algozes de Djokovic na temporada foram o holandês Botic van de Zandschulp (85º, na estreia no Masters 1000 de Indian Wells), o italiano Matteo Berrettini (35º, na primeira rodada em Doha), o alemão Alexander Zverev (2º, na semifinal do Aberto da Austrália) e o americano Reilly Opelka (295º, nas quartas de final do ATP 250 de Brisbane, no início do ano).
Depois de Monte Carlo, Djokovic está inscrito nos Masters 1000 de Madri, que começa no dia 23 de abril, e de Roma, que tem início em 7 de maio. No primeiro, o sérvio soma três títulos (2011, 2016 e 2019), e, no segundo, seis: 2008, 2011, 2014, 2015, 2020 e 2022).
Outro dado curioso na performance do tenista da República Tcheca é que ele foi o primeiro a vencer nada menos que sete tiebreaks rumo a um título de Masters 1000, desde o início desse formato, em 1990. Dois deles foram na final contra Djokovic, derrotado por duplo 7/6.
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