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Ex-companheiros lamentam morte do Capita: ‘O Brasil está de luto’

Campeão da Copa de 1970 ao lado de Carlos Alberto Torres, Clodoaldo revela que lateral-direito foi incentivador de sua carreira. Edu se diz chocado com sua morte

Carlos Alberto Torres se vai aos 72 anos, deixando lembranças para o futebol mundial
imagem camera(Foto: AFP)
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Lance!
Santos (SP)
Dia 25/10/2016
15:06
Atualizado em 25/10/2016
15:33

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O adeus de Carlos Alberto Torres pegou de surpresa muitos de seus ex-companheiros de clube e de Seleção Brasileira. Após o anúncio da morte do ex-lateral e ex-treinador, aos 72 anos, nesta terça-feira, Clodoaldo, que foi seu colega de Seleção Brasileira na Copa de 1970 disse com veemência:

- Acredito que o Brasil esteja de luto hoje. Além do melhor lateral-direito do mundo, Carlos Alberto era um homem com muita sabedoria, consciente e que pedia mudanças no futebol nacional - afirmou, ao LANCE!.

O volante mostrou gratidão pelo "Capita" em sua trajetória:

- Carlos Alberto foi um grande incentivador da minha carreira. Ele pedia ao treinador para que jogadores mais jovens, como eu, entrassem na equipe. Mesmo quando eu não entrei em jogos importantes, ele vinha, falava comigo, para eu não desanimar.

Clodoaldo ainda revelou a união do grupo que foi campeão da Copa de 1970:

- Uma amizade de irmão. Nós aprendemos a ter respeito um ao outro, a nos chamarmos como "irmão". Continuamos nos encontrando sempre que podíamos, tenho contato e muito carinho também com o filho dele, o Alexandre (Torres, também ex-jogador). Foi uma perda inestimável. 

Ponta-direita do Santos no qual Torres atuou, Edu não escondeu sua tristeza com a partida do lateral:

- Estamos todos muito chocados. Além de um companheiro, era um amigão. Fica a lembrança de um grande líder, o maior lateral que eu vi jogar.

Edu teceu elogios à postura de Carlos Alberto Torres dentro e fora de campo:

- Tive o privilégio de jogar de ponta direita com ele na lateral. Foi um grande momento da minha carreira. Depois que paramos de jogar, seguimos com contato. Ele fazia muitas palestras, e sempre me ligava para pedir ajuda para contar os "casos" de Santos. Uma perda inestimável.

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