Fluminense emite nota sobre especulações da SAF e Montenegro comenta o assunto
Vice-presidente do Fluminense defendeu a manutenção de Mário Bittencourt na SAF

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Diante das especulações a respeito da implementação da SAF no Fluminense, o clube emitiu uma nota oficial sobre o assunto na terça-feira (25). Em suma, reforçou que ainda não houve uma proposta formal de investimento e que quando houver, haverá uma análise cautelosa.
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Ainda nesta quarta-feira (26), áudios do vice-presidente Mattheus Montenegro, encarregado das tratativas sobre a SAF com o Banco BTG Pactual, viralizaram nas redes sociais. Conforme informado pelo "ge", Montenegro confirmou a veracidade das mensagens, que eram direcionadas a amigos, mas permitiu a circulação para terceiros.
Nos áudios, explica os valores divulgados por Laura Jardim em sua coluna no jornal O Globo, e fala sobre outros aspectos da operação que influenciam no "valuation" (fixação do valor da SAF tricolor). Ainda, comenta que a permanência de Mario Bittencourt na SAF não foi discutida, bem como valores de salário. Frisou também que todas as etapas do processo serão transparentes e devidamente analisadas:
- Em relação à parte do Mário (Bittencourt), isso sequer foi discutido. Acho que é normal que se faça essa pergunta, porque basicamente em toda aquisição de empresa isso é debatido. Agora, propostas e valores nunca foram ditas em lugar nenhum. (...) Tenho certeza que quando a gente tiver as informações e puder explicar, vamos fazer um amplo debate. Vai passar por toda a governança do clube. Fechamos esse contrato com o BTG em julho de 2022, então tem muita coisa que a gente já viu com muito cuidado e detalhe. No final, quem vai decidir vão ser os sócios, mas com certeza em um ambiente em que todo mundo vai ter conhecimento de tudo.- comentou o vice-presidente.

De acordo com a coluna de Lauro Jardim, publicada na terça feira (25), a SAF do Fluminense é avaliada em R$ 850 milhões pelo BTG e um valor de R$ 270 milhões seria investido já neste ano. Ele afirma também que o aporte total por 60% do futebol do Fluminense soma cerca de R$ 500 milhões, que seria usado para reforços e recompra de dívidas.
A nota oficial do clube, que saiu algumas horas após a referida coluna, salienta que ainda não houve uma proposta formal e que, quando houver, ela receberá uma "análise criteriosa". O clube também reforça que o processo será feito prezando pela transparência e que no dia 14 de abril haverá uma reunião com o Conselho Deliberativo para apresentar um panorama atualizado da situação.
- Se quisessemos fazer a toque de caixa, correndo, faziamos depois da Libertadores. Vamos fazer agora porque é um processo cauteloso. Segundo, qualquer pessoa que fizer a aquisição vai cogitar a manutenção do Mário e, se dependesse de mim, seria ele. Olha o que o clube era em 2019 e o que é hoje. A receita, o equacionamento da dívida, não tem mais penhora, os salários estão em dia, estamos ganhando títulos. Tem muitas críticas que existem de coisas pontuais, mas se comparar o antes e depois da gestão, é incomparável. Lembrando que o investidor pode escolher quem ele quiser. Outra coisa relevante sobre valuation e comparando com outras operações. A Portuguesa não tem jogadores, receita de TV, base. Então é muito diferente analisar as operações de acordo com o que está sendo vendido. Isso podemos fazer assim que tivermos uma proposta e faremos de forma pública. - completou Montenegro.
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