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Ex-campeão do UFC é transferido para presídio de segurança máxima nos EUA

Americano pode sofrer redução no período em regime fechado

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imagem cameraJunior Cigano Cain Velasquez UFC 155 (Foto: Divulgação/UFC)
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Isabella Zuppo
São Paulo
Supervisionado porThayuan Leiras
Dia 08/04/2025
14:32

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Cain Velasquez, ex-lutador de UFC, foi condenado a cinco anos de prisão por tentativa de homicídio em março deste ano e será transferido temporariamente para o presídio Wasco State, na Califórnia. O americano passará por uma série de avaliações físicas e psicológicas que podem determinar seu futuro.

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Inicialmente, está previsto que Cain tivesse direito à liberdade condicional em março de 2026, com uso de tornozeleira eletrônica, mas essa data pode ser antecipada se o americano apresentar bom comportamento e participar de programas socioeducativos. Ele ficou preso preventivamente por oito meses, durante o julgamento, tempo que será abatido da pena.

A prisão para a qual o lutador será encaminhado é conhecida por abrigar alguns dos criminosos mais temidos dos Estados Unidos. Fundada em 1852, o presídio de San Quentin, localizado no norte da Califórnia, possui corredor da morte e câmaras de gás, embora a prática de execução de presos tenha sido suspensa em 2006.

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Cain Velásquez se manteve no ranking após perder título
Cain Velasquez, ex-lutador de UFC, conquistou o cinturão duas vezes (2010 e 2012)  (FOTO: UFC)

Como foi o caso de Cain Velasquez?

O caso remonta a fevereiro de 2022, quando Velasquez, após descobrir que seu filho de quatro anos havia sido supostamente abusado sexualmente em uma creche, perseguiu e disparou contra um veículo que transportava Harry Goularte, o acusado. Um dos tiros atingiu o padrasto de Goularte, Paul Bender, ferindo-o no braço. Preso inicialmente sem direito a fiança, o lutador passou oito meses na cadeia até ser liberado após pagar uma fiança de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5 milhões na época).

Durante o julgamento, Velasquez não contestou as acusações e admitiu que aceitaria qualquer decisão da Justiça. Apesar da condenação, ele deve cumprir menos da metade da pena devido ao tempo já servido, com projeções indicando sua liberdade em cerca de dois anos. Desde que foi solto, em novembro de 2022, o ex-campeão participou de eventos esportivos como assistente técnico, sempre com permissão judicial.

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