PC Oliveira bate martelo sobre entrada polêmica de Wesley em Vegetti
Argentino apresentou ao juiz uma marca na canela após a falta dura

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O clássico entre Vasco e Flamengo, válido pelo jogo de ida da semifinal do Campeonato Carioca, foi marcado por uma entrada polêmica do lateral-direito rubro-negro Wesley em Pablo Vegetti, atacante do Vasco. A falta, advertida com um cartão amarelo, gerou intensos debates entre jogadores, torcedores e comentaristas. Para o comentarista PC Oliveira, da "Central do Apito", o árbitro errou.
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O árbitro Bruno Arleu de Araújo, após hesitação, aplicou apenas um cartão amarelo ao jogador do Flamengo, o que desencadeou revolta imediata no lado vascaíno, que pediu veementemente a expulsão direta.
- A entrada do Wesley não pegou só no pé. Ela entra de cima para baixo, atingindo a canela e o tornozelo do Vegetti. Além da entrada temerária, houve o uso de força excessiva. A canela do Vegetti fica té machucada depois. É uma entrada para cartão vermelho. O VAR deveria ter chamado - inicia PC, argumentando sobre entrada forte de Wesley em Vegetti.
- Ambas as entradas (Wesley e Vegetti) foram por cima, com a sola da chuteira, uso de força excessiva e com alto risco de lesionar o adversário. Todos os elementos que configuram entrada para cartão vermelho - conclui o especialista.

Vegetti, após o jogo, desabafou em entrevista ao SporTV, afirmando que "o juiz não teve coragem de expulsar Wesley, como sempre acontece contra o Flamengo", apontando o lance como decisivo para o rumo da partida, que terminou com vitória rubro-negra por 1 a 0, gol de Bruno Henrique.
Além disso, alguns apontaram que, minutos depois, Vegetti cometeu uma entrada dura em Varela, também punida apenas com amarelo, sugerindo que a arbitragem optou por manter um critério mais brando para os dois lados em um jogo já naturalmente tenso.
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A decisão de Bruno Arleu, que não revisou o lance no VAR, foi criticada por sua subjetividade, já que a dor exibida por Vegetti pareceu influenciar mais o cartão amarelo do que a análise técnica da jogada.
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