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Entorse e velho conhecido: entenda a situação de Alison, volante do Santos

Camisa 5 torceu o joelho direito no clássico contra o São Paulo, no Morumbi e trata há dez dias de uma entorse. Com quatro cirurgias no local, tem consultado médico que lhe operou

Alison
imagem cameraVolante tem lesão no joelho direito e Santos não estipulou prazo de retorno para o camisa 5 (Foto: Ivan Storti/Santos)
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Lance!
São Paulo (SP)
Dia 29/05/2018
16:01
Atualizado em 30/05/2018
10:25

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Há dez dias, o técnico Jair Ventura perdeu um de seus pilares no time titular, o volante Alison. Desde a torção no joelho direito do camisa 5, o clube pouco falou a respeito. De lá para cá, o Pitbull santista trata de uma entorse na região e deve tardar mais algumas semanas para voltar a estar à disposição. Com quatro cirurgias no mesmo local, Alison tem mantido contato e foi avaliado por seu médico particular, o responsável por anular a chance de uma quinta operação. 

No clube, quem avalia a situação diariamente do jogador é o Dr. Jorge Merouço, atualmente o chefe do Departamento Médico do Santos. Todos os dias, o camisa 5 chega no CT Rei Pelé direto para a parte interna do local. Embora já ande sem problemas e não tenha tantas dores, não tem prazo para retornar. E antes de iniciar qualquer tipo de transição para o gramado, passará novamente em consulta com seu médico de confiança. 

O fato de já ter operado o local inúmeras vezes faz com que todos os envolvidos no caso tenham mais cautela durante o tratamento, sem pular etapas, e que o jogador também tenha menos dor no local do que o comum, o que liga o sinal de alerta para a evolução do tratamento. 

A tendência é que o volante fique afastado por mais algumas semanas, embora não seja possível determinar o prazo exato para seu retorno às atividades no gramado. A última cirurgia de Alison aconteceu em julho de 2016 e foi justamente devido a uma entorse na região, causada por um esticamento em excesso do ligamento. 

A última cirurgia não teve relação com as duas primeiras. Foram, portanto, lesões diferentes no mesmo membro. Os ligamentos que já haviam sido reconstruídos não sofreram danos na última operação. Dessa vez, a expectativa é de a cicatrização das fibras danificadas aconteça de maneira natural. 

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